sábado, 25 de maio de 2013

Pequi e Piquiá, qual a diferença ?!

Muita gente não conhece as diferenças entre o pequi e o piquiá, apesar de parecidos são bem diferentes na localização geográfica e no sabor. O piquiá é uma árvore amazônica de grande porte, retilínea e de mata de terra firme; foi quase extinta na Amazônia por conta de seu elevado valor comercial, como madeira que não racha, era muito usada em quilhas e armações de barcos de madeira no baixo amazonas. Seu fruto é bem maior que o pequi, típico do cerrado e muito apreciado no Goiás. O piquiá não é tão saboroso como o pequi goiano. Mas é mito apreciado também na Amazônia. A baixo você verá as diferenças entre as duas plantas. Enquanto o piquiá pode atingir mais de 30 metros, o pequi do cerrado não passa dos 10 metros de altura.  

PIQUIÁ   DA   AMAZÔNIA


PIQUIÁ (FICHA)


Nome científico
Caryocar villosum (Aubl.) Pers. Caryocaraceae

Distribuição geográfica
Ocorre em toda Amazônia em matas de terra firme. Ainda em parte da Região Nordeste.
Denominações Vulgares
Piquiá, piquiá verdadeiro, piqui.
Descrição da árvore
Altura (m): média a grande porte
Casca: fissurada, acinzentada.
Frutos: são muito apreciados quando cozidos.

Características da Madeira
Peso específico básico (g/cm3): pesada
Cor do cerne: bege acinzentado
Grã: irregular
Textura: grosseira
Cheiro: suave de vinagre
Gosto: indistinto
Durabilidade natural: apresenta alta resistência ao ataque de organismos xilófagos.
Poros: visíveis a olho nu; solitários e múltiplos 2 a 3; muito poucos a poucos, médios a grandes, obstruídos tilos.
Figura radial: finos e muito numerosos, visíveis apenas sob lente.
Figura tangencial: dispostos irregularmente, pouco distintos mesmo com auxílio de lupa, baixos.
Parênquima axial: definido apenas sob lente, apotraqueal difuso e subagregado, compondo linhas interrompidas, formando trama irregular.
Camadas de crescimento demarcadas por zonas de tecido fibroso e, em alguns trechos, por parênquima marginal.
Usos indicados
Construções externas, forro, dormentes, postes, estacas, mourões, cruzetas, vigas, caibros, tábuas para assoalhos, construção naval, cavernames e conveses, quilhas, barris de vinho, cerveja.





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PEQUI    DO   CERRADO



PEQUI

Nome científico : Caryocar brasiliense Cambess
O pequi é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, muito utilizada na cozinha sul-nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais.
O pequizeiro é uma arvore protegida por lei que impede seu corte e comercialização em todo o território nacional.
A árvore do pequí atinge geralmente de 8 a 10 metros de altura, tronco com ramos grossos, normalmente tortuosos, de casca áspera e rugosa de cor castanha acinzentada.
Folhas pilosas, recobertas com pelos curtos, compostas, formadas por três folíolos com as bordas recortadas, tendo as nervuras bem marcadas. Suas folhas, ricas em tanino, fornecem substância tintorial, usadas pelas tecelãs.
Grandes flores brancas-amareladas, vistosas e bastante decorativos. As flores, de até 8 cm de diâmetro, são hermafroditas. O pequizeiro floresce durante os meses de agosto a novembro.
Fruto tipo drupa, arredondado, casca esverdeada, como um abacate pequeno, só que mais rechonchudinho. O fruto, do tamanho de uma pequena laranja, está maduro quando sua casca, que permanece sempre da mesma cor verde-amarelada, amolece e o fruto cai, o ideal é apanhá-lo no chão e não tirá-lo da árvore(o mesmo ocorre c/ o piquiá). 


Polpa de coloração amarela intensa que envolve uma semente dura, formada por grande quantidade de pequenos espinhos. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. Frutificação de novembro a fevereiro.
Altamente calórico, perfumado, assim como o gosto meio adocicado, é usado como condimento. O fruto do pequizeiro é rico em Vit. A e C, principalmente. Sua polpa contém uma boa quantidade de óleo comestível, sendo muito rica em vitamina A e proteínas.
Os frutos são muito usados para se cozinhar com arroz ou outros pratos salgados, das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. De cheiro e sabor mais forte quer o piquiá amazônico;





VEJA A  DIFERENÇA DE TAMANHO


Fonte: Parateua

domingo, 19 de maio de 2013

Dicas para elevar sua auto-estima



Aqui estão algumas dicas para identificar e aumentar sua auto-estima:
O que é auto-estima?
É a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma.

É ser capaz de respeitar, confiar e gostar de si. Você está de bem com seu corpo? 
Melhor caminho para o autoconhecimento: diálogo interno. Características da baixa auto-estima:
- insegurança
- inadequação
- perfeccionismo
- dúvidas constantes
- incerto do que se é
- sentimento vago de não ser capaz de realizar nada >> depressão
- não se permite errar
- necessidade de agradar
- aprovação
- reconhecimento
O que diminui a auto-estima?
- críticas e autocríticas
- culpa
- abandono
- rejeição
- carência
- frustração
- vergonha
- inveja
- timidez
- insegurança
- medo
- humilhação
- raiva
- e, principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional)
Quando começa a se formar
Na infância. A partir de como as outras pessoas nos tratam. Quando criança pode-se alimentar ou destruir a autoconfiança. Auto-estima baixa geralmente está relacionada a falsos valores. Crença que é necessária aprovação da mãe ou pai.
Para elevar a auto-estima é preciso:
- autoconhecimento
- manter-se em forma física (gostar da imagem refletida no espelho)
- identificar as qualidades e não só os defeitos
- aprender com a experiência passada
- tratar-se com amor e carinho
- ouvir a intuição (o que aumenta a autoconfiança)
- manter diálogo interno
- acreditar que merece ser amado(a) e é especial
- fazer todo dia algo que o deixe feliz. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.
Resultados da auto-estima elevada
- mais à vontade em oferecer e receber elogios, expressões de afeto
- sentimentos de ansiedade e insegurança diminuem
- harmonia entre o que sente e o que diz
- necessidade de aprovação diminui
- maior flexibilidade aos fatos
- autoconfiança elevada
- amor-próprio aumenta
- satisfação pessoal
- maior desempenho profissional
- relações saudáveis
- paz interior
Fonte: MaisEquilíbrio
Rosemeire Zago 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Crente ou Evangélico?



Não gostaria de criticar, nem mesmo julgar o povo evangélico. Na verdade, gostaria apenas de fazer um resgate das palavras que nós, crentes, usamos durante todos esses anos.
Hoje, dificilmente ouço alguém dizer que é crente. Por quê? Parece-me que a palavra "crente" soa como alguém que é muito "bitolado" nas suas relações com a igreja, com a Bíblia e com Deus. Crente é alguém ultrapassado, alguém que não tenha se contemporanizado, alguém que parou em relação ao mundo e não se atualizou. Crente é aquele que não tem muito diálogo, é uma pessoa muito radical. Crente é sinônimo de uma pessoa, como no jargão popular, quadrada.
Já observei alguns irmãos que trabalham comigo e muitos irmãos na igreja, ao serem questionados se são crentes, respondem que são evangélicos. Aliás, os meios de comunicação, ao editar matérias sobre igrejas, mencionam como evangélicas.
Qual a diferença entre ser crente e ser evangélico? Posso estar errado, mas me parece que ser evangélico é alguém mais agradável, não tão radical, não tão " bitolado", enfim, uma pessoa simpática. Mas simpática com o quê? Simpática com as coisas do mundo? Simpática com o pecado? Simpática com outras religiões? Simpática com uma maneira vã de viver?
Eu sou crente e tenho prazer em ser crente. Sou crente e tenho prazer em levar minha Bíblia debaixo do braço; eu sou crente e tenho o prazer de dizer que sou separado de muitas coisas do mundo e de chamar tais coisas de pecado; sou crente e tenho o prazer de dizer que amo a Deus e a Jesus; sou crente e tenho o prazer em ir à igreja nos sábados, domingos e durante a semana. Sou crente e tenho o prazer de ver que as pessoas me olham, tanto as não crentes como as evangélicas, de uma forma diferente, ou seja, de alguém que é quadrado, bitolado, desinformado e ultrapassado.
Sou crente como meu Senhor Jesus era.
Fonte: Luz para o caminho

Luíza Gomes