sábado, 29 de junho de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Pequi e Piquiá, qual a diferença ?!
Muita gente não conhece as diferenças entre o pequi e o piquiá, apesar de parecidos são bem diferentes na localização geográfica e no sabor. O piquiá é uma árvore amazônica de grande porte, retilínea e de mata de terra firme; foi quase extinta na Amazônia por conta de seu elevado valor comercial, como madeira que não racha, era muito usada em quilhas e armações de barcos de madeira no baixo amazonas. Seu fruto é bem maior que o pequi, típico do cerrado e muito apreciado no Goiás. O piquiá não é tão saboroso como o pequi goiano. Mas é mito apreciado também na Amazônia. A baixo você verá as diferenças entre as duas plantas. Enquanto o piquiá pode atingir mais de 30 metros, o pequi do cerrado não passa dos 10 metros de altura.
PIQUIÁ DA AMAZÔNIA
PIQUIÁ (FICHA)
PIQUIÁ DA AMAZÔNIA
PIQUIÁ (FICHA)
Nome científico
Caryocar villosum (Aubl.) Pers. Caryocaraceae
Distribuição geográfica
Ocorre em toda Amazônia em matas de terra firme. Ainda em parte da Região Nordeste.
Denominações Vulgares
Piquiá, piquiá verdadeiro, piqui.
Descrição da árvore
Altura (m): média a grande porte
Casca: fissurada, acinzentada.
Frutos: são muito apreciados quando cozidos.
Características da Madeira
Peso específico básico (g/cm3): pesada
Cor do cerne: bege acinzentado
Grã: irregular
Textura: grosseira
Cheiro: suave de vinagre
Gosto: indistinto
Durabilidade natural: apresenta alta resistência ao ataque de organismos xilófagos.
Poros: visíveis a olho nu; solitários e múltiplos 2 a 3; muito poucos a poucos, médios a grandes, obstruídos tilos.
Figura radial: finos e muito numerosos, visíveis apenas sob lente.
Figura tangencial: dispostos irregularmente, pouco distintos mesmo com auxílio de lupa, baixos.
Parênquima axial: definido apenas sob lente, apotraqueal difuso e subagregado, compondo linhas interrompidas, formando trama irregular.
Camadas de crescimento demarcadas por zonas de tecido fibroso e, em alguns trechos, por parênquima marginal.
Usos indicados
Construções externas, forro, dormentes, postes, estacas, mourões, cruzetas, vigas, caibros, tábuas para assoalhos, construção naval, cavernames e conveses, quilhas, barris de vinho, cerveja.
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PEQUI DO CERRADO
PEQUI
Nome científico : Caryocar brasiliense Cambess
O pequi é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, muito utilizada na cozinha sul-nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais.
O pequizeiro é uma arvore protegida por lei que impede seu corte e comercialização em todo o território nacional.
A árvore do pequí atinge geralmente de 8 a 10 metros de altura, tronco com ramos grossos, normalmente tortuosos, de casca áspera e rugosa de cor castanha acinzentada.
Folhas pilosas, recobertas com pelos curtos, compostas, formadas por três folíolos com as bordas recortadas, tendo as nervuras bem marcadas. Suas folhas, ricas em tanino, fornecem substância tintorial, usadas pelas tecelãs.
Grandes flores brancas-amareladas, vistosas e bastante decorativos. As flores, de até 8 cm de diâmetro, são hermafroditas. O pequizeiro floresce durante os meses de agosto a novembro.
Fruto tipo drupa, arredondado, casca esverdeada, como um abacate pequeno, só que mais rechonchudinho. O fruto, do tamanho de uma pequena laranja, está maduro quando sua casca, que permanece sempre da mesma cor verde-amarelada, amolece e o fruto cai, o ideal é apanhá-lo no chão e não tirá-lo da árvore(o mesmo ocorre c/ o piquiá).
Polpa de coloração amarela intensa que envolve uma semente dura, formada por grande quantidade de pequenos espinhos. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. Frutificação de novembro a fevereiro.
Polpa de coloração amarela intensa que envolve uma semente dura, formada por grande quantidade de pequenos espinhos. Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. Frutificação de novembro a fevereiro.
Altamente calórico, perfumado, assim como o gosto meio adocicado, é usado como condimento. O fruto do pequizeiro é rico em Vit. A e C, principalmente. Sua polpa contém uma boa quantidade de óleo comestível, sendo muito rica em vitamina A e proteínas.
Os frutos são muito usados para se cozinhar com arroz ou outros pratos salgados, das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. De cheiro e sabor mais forte quer o piquiá amazônico;
VEJA A DIFERENÇA DE TAMANHO
Fonte: Parateua
domingo, 19 de maio de 2013
Dicas para elevar sua auto-estima
Aqui estão algumas dicas para identificar e aumentar sua auto-estima:
O que é auto-estima?
É a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma.
É ser capaz de respeitar, confiar e gostar de si. Você está de bem com seu corpo?
Melhor caminho para o autoconhecimento: diálogo interno. Características da baixa auto-estima:
- insegurança
- inadequação
- perfeccionismo
- dúvidas constantes
- incerto do que se é
- sentimento vago de não ser capaz de realizar nada >> depressão
- não se permite errar
- necessidade de agradar
- aprovação
- reconhecimento
O que diminui a auto-estima?
- críticas e autocríticas
- culpa
- abandono
- rejeição
- carência
- frustração
- vergonha
- inveja
- timidez
- insegurança
- medo
- humilhação
- raiva
- e, principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional)
Quando começa a se formar
Na infância. A partir de como as outras pessoas nos tratam. Quando criança pode-se alimentar ou destruir a autoconfiança. Auto-estima baixa geralmente está relacionada a falsos valores. Crença que é necessária aprovação da mãe ou pai.
Para elevar a auto-estima é preciso:
- autoconhecimento
- manter-se em forma física (gostar da imagem refletida no espelho)
- identificar as qualidades e não só os defeitos
- aprender com a experiência passada
- tratar-se com amor e carinho
- ouvir a intuição (o que aumenta a autoconfiança)
- manter diálogo interno
- acreditar que merece ser amado(a) e é especial
- fazer todo dia algo que o deixe feliz. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.
Resultados da auto-estima elevada
- mais à vontade em oferecer e receber elogios, expressões de afeto
- sentimentos de ansiedade e insegurança diminuem
- harmonia entre o que sente e o que diz
- necessidade de aprovação diminui
- maior flexibilidade aos fatos
- autoconfiança elevada
- amor-próprio aumenta
- satisfação pessoal
- maior desempenho profissional
- relações saudáveis
- paz interior
Fonte: MaisEquilíbrio
Rosemeire Zago
Rosemeire Zago
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Crente ou Evangélico?
Não gostaria de criticar, nem mesmo julgar o povo evangélico. Na verdade, gostaria apenas de fazer um resgate das palavras que nós, crentes, usamos durante todos esses anos.
Hoje, dificilmente ouço alguém dizer que é crente. Por quê? Parece-me que a palavra "crente" soa como alguém que é muito "bitolado" nas suas relações com a igreja, com a Bíblia e com Deus. Crente é alguém ultrapassado, alguém que não tenha se contemporanizado, alguém que parou em relação ao mundo e não se atualizou. Crente é aquele que não tem muito diálogo, é uma pessoa muito radical. Crente é sinônimo de uma pessoa, como no jargão popular, quadrada.
Já observei alguns irmãos que trabalham comigo e muitos irmãos na igreja, ao serem questionados se são crentes, respondem que são evangélicos. Aliás, os meios de comunicação, ao editar matérias sobre igrejas, mencionam como evangélicas.
Qual a diferença entre ser crente e ser evangélico? Posso estar errado, mas me parece que ser evangélico é alguém mais agradável, não tão radical, não tão " bitolado", enfim, uma pessoa simpática. Mas simpática com o quê? Simpática com as coisas do mundo? Simpática com o pecado? Simpática com outras religiões? Simpática com uma maneira vã de viver?
Eu sou crente e tenho prazer em ser crente. Sou crente e tenho prazer em levar minha Bíblia debaixo do braço; eu sou crente e tenho o prazer de dizer que sou separado de muitas coisas do mundo e de chamar tais coisas de pecado; sou crente e tenho o prazer de dizer que amo a Deus e a Jesus; sou crente e tenho o prazer em ir à igreja nos sábados, domingos e durante a semana. Sou crente e tenho o prazer de ver que as pessoas me olham, tanto as não crentes como as evangélicas, de uma forma diferente, ou seja, de alguém que é quadrado, bitolado, desinformado e ultrapassado.
Sou crente como meu Senhor Jesus era.
Fonte: Luz para o caminho
domingo, 2 de dezembro de 2012
História de Porto Velho
Oficializada em 2 de outubro de 1914, Porto Velho foi criada por desbravadores por volta de 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Em plena Floresta Amazônica, e inserida na maior bacia hidrográfica do mundo, onde os rios ainda governam a vida dos homens, é a Capital do estado de Rondônia. Fica nas barrancas da margem direita do rio Madeira, o maior afluente da margem direita do rio Amazonas.
Desde meados do século XIX, nos primeiros movimentos para construir uma ferrovia que possibilitasse superar o trecho encachoeirado do rio Madeira (cerca de 380 km) e dar vazão à borracha produzida na Bolívia e na região de Guajará-Mirim, a localidade escolhida para construção do porto onde o caucho seria transbordado para os navios seguindo então para a Europa e os EUA, foi Santo Antônio do Madeira, província de Mato Grosso.
As dificuldades de construção e operação de um porto fluvial, em frente aos rochedos da cachoeira de Santo Antônio, fizeram com que construtores e armadores utilizassem o pequeno porto amazônico localizado 7 km abaixo, em local muito mais favorável.
Em 15 de janeiro de 1873, o Imperador Dom Pedro II assinou o Decreto-Lei nº 5.024, autorizando navios mercantes de todas as nações subirem o Rio Madeira. Em decorrência, foram construídas modernas facilidades de atracação em Santo Antônio, que passou a ser denominado Porto Novo.
O porto velho dos militares continuou a ser usado por sua maior segurança, apesar das dificuldades operacionais e da distância até Santo Antônio, ponto inicial da E.F.M.M.
Percival Farquhar, proprietário da empresa que afinal conseguiu concluir a ferrovia em 1912, desde 1907 usava o velho porto para descarregar materiais para a obra e, quando decidiu que o ponto inicial da ferrovia seria aquele (já na província do Amazonas), tornou-se o verdadeiro fundador da cidade que, quando foi afinal oficializada pela Assembléia do Amazonas, recebeu o nome Porto Velho. Hoje, a capital de Rondônia.
A cidade nasceu e cresceu das instalações ferroviárias da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, através da exploração de borracha e posteriormente de cassiterita e de ouro. Moravam cerca de mil pessoas quando a obra da construção da Estrada de Ferro se concluiu, geralmente seus residentes eram funcionários da empresa construtora. Tornou-se município em 1914, quando ainda pertencia ao Estado do Mato Grosso. Em 1943, com o município de Guajará-Mirim passou a constituir o Território Federal do Guaporé, que em 1956 passou a ser denominado Rondônia, e veio a ser elevado à categoria de Estado em 4 de janeiro de 1982.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
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