sábado, 8 de setembro de 2012

- Igualzinho aos outros... Nem examina a gente!


"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." Romanos 8.28
 
Jesus Cristo resolveu voltar a Terra... E decidiu vir vestido de médico!

Procurou um lugar para descer, escolheu no Brasil um posto de saúde do sistema SUS.

Viu um médico trabalhando há muitas horas e morrendo de cansaço.

Jesus então entrou de jaleco, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o consultório médico.
 
Os pacientes viram e falaram:

- Olha aí, vai trocar o plantão. 
 
Jesus Cristo entrou na sala e falou para o colega que podia ir, que ele iria tocar o ambulatório dali por 
diante.
 
E, todo resoluto, gritou:
 
- O PRÓXIMO. 
 
Entrou no consultório um homem paraplégico em sua cadeira de rodas.

Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o aleijado, e com a palma da mão direita sobre sua cabeça disse:
 
- LEVANTA-TE E ANDA! 
 
O homem levantou-se, andou e saiu do consultório empurrando a própria cadeira de rodas.

Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
 
- E aí, como é esse Doutor novo? 
 
Ele respondeu:
 
- Igualzinho aos outros... Nem examina a gente!
 
Para refletir:
Tem gente que já recebeu o milagre, mas nem se toca, pois só vive pra reclamar ou botar defeito em tudo nessa vida!
 
Se todas as coisas contribuem para o bem daqueles que Amam a Deus, tudo o que acontece conosco é permissão de Deus, é onde estamos aprendendo e sendo capacitados, por isso, não podemos reclamar, nem murmurar, pois assim estaremos engrandecendo o inimigo.
 
Do céu já saiu um decreto direto da mão de Deus para aqueles que O amam e estão no justo caminho e são decretos de benção de amor, de vitória.
Receba a sua em nome de Jesus.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo."( Lucas 6.38)
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.

Decidiu que pediria comida na próxima casa.

Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.

Em vez de comida, pediu um copo de água. Ela pensou que jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou: 

-Quanto lhe devo? 

-Não me deves nada - respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa. 


Ele disse: 

-Pois te agradeço de todo coração.

Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte.

Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.

Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente.

Os médicos locais estavam confusos, finalmente a enviaram à cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.

Chamaram o Dr. Howard Kelly.

Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos.

Imediatamente, vestido com a sua bata de médico, foi ver a paciente.


Reconheceu imediatamente aquela mulher.


Determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.

Passou a dedicar atenção especial àquela paciente.

Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.


O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la.

Ele a conferiu, depois escreveu algo e mandou entregá-la no quarto da paciente.

Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos.

Mas finalmente abriu a fatura algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:

"Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite ass.: Dr. Howard Kelly."

Lágrimas de alegria correram dos olhos da mulher e seu coração feliz orou assim:

“Graças meu Deus porque teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos."


Colaboração dos Amigos de Deus


sábado, 30 de junho de 2012

O construtor de pontes

"Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira;" (Efésios 4:26)

Conta-se que, certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.  
 
Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.  
 
Durante anos eles percorreram uma estrada estreita e muito comprida, que seguia ao longo do rio para, ao final de cada dia, poder atravessá-lo e desfrutar um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam a caminhada com prazer, pois se amavam.  
 
Mas agora tudo havia mudado.
O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.  
 
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta.
Ao abri-la notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro na mão.
 
Estou procurando trabalho- disse ele. 
Talvez você tenha um pequeno serviço que eu possa executar.   Sim! - disse o fazendeiro - claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É do meu vizinho. Na realidade, meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não precise mais vê-lo.  
 

Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.   
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.  
 
O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra.  
 
O fazendeiro chegou da sua viagem e seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca!  
 
Em vez da cerca havia uma ponte que ligava as duas margens do riacho.  
 
Era realmente um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
Você foi muito atrevido construindo essa ponte após tudo que lhe contei.   
No entanto, as surpresas não haviam terminado. 
 
Ao olhar novamente para a ponte, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com os braços abertos.  
 
Por um instante permaneceu imóvel de seu lado do rio.
Mas, de repente, num só impulso, correu na direção do outro e abraçaram-se chorando no meio da ponte.  
 
O carpinteiro estava partindo com sua caixa de ferramentas quando o irmão que o contratou pediu-lhe emocionado:

Espere! Fique conosco mais alguns dias. 
E o carpinteiro respondeu:

Eu adoraria ficar, mas, infelizmente, tenho muitas outras pontes para construir. 
 
E você, está precisando de um carpinteiro, ou é capaz de construir sua própria ponte para se aproximar daqueles com os quais rompeu contato?  
  
As pessoas que estão ao seu lado, não estão aí por acaso.  
 
Há uma razão muito especial para elas fazerem parte do seu círculo de relação.  
 
Por isso, não busque isolar-se construindo cercas que separam e infelicitam os seres.  
 
Construa pontes e busque caminhar na direção daqueles que, por ventura, estejam distanciados de você.  
 
E se a ponte da relação está um pouco frágil, ou balançando por causa dos ventos da discórdia, fortaleça-a com os laços do entendimento e da verdadeira amizade.  
 
Agindo assim, você suprirá suas carências afetivas e encontrará a paz íntima que tanto deseja.



sábado, 23 de junho de 2012

"Eu vejo o Deus que me vê!"

"PLEITEIA, SENHOR, com aqueles que pleiteiam comigo; peleja contra os que pelejam contra mim." (Salmos 35.1)



Uma das cenas mais comoventes do filme "Contador de Histórias" (Forrest Gump), foi quando Jenny, a namorada de Forest, voltou depois de longos anos envolvida no submundo de drogas e os dois passaram pela casa onde ela foi criada... 
se é que se pode dizer que ela foi criada.
Porque ela sofreu todo tipo de violência nas mãos do pai.

Quando ela vê o barraco, agora já adulta, fica totalmente abalada e todas as lembranças da infância horrorosa voltam à mente. 
Ela abaixa e pega uma pedra e a joga, com todas as forças, na direção da casa.

Ela acerta uma janela que se desfaz em mil pedaços.
Depois ela pega outra, e depois outra...
Ela joga todas as pedras perto dela e depois cai no chão chorando. 

Forrest disse a ela: 

- "Às vezes não há pedra suficiente"
.

As vezes o sofrimento é tanto, que nada há que podemos fazer para alivia-lo, nem a vingança, nem toda nossa raiva resolvem a dor.

Quando sofremos, estamos magoados, e queremos jogar todas as pedras do mundo contra "aquele barraco" onde sofremos.

Pode ser uma pessoa, uma coisa, uma memória, mas como no caso de Jenny, nunca há pedra suficiente para derrubar o 
barraco do sofrimento.

De fato,  o único resultado do esforço de jogar pedras, é que caímos no chão chorando.
Desesperados, destruídos por dentro diante da injustiça praticada conosco e a única vontade que nós temos é de encher as nossas mãos de pedras e jogar nos algozes da nossa esperança? 

Para que pegar pedras se eu tenho um Deus vivo que me vê?

Para que atirar pedras se Deus transforma minhas perdas em ganho?

Sim ele transforma as nossas perdas em ganho.
As derrotas em triunfo. 
As humilhações em honra.

Para que atirar pedras se Deus está presente em todos os momentos de nossa vida? 

Deus está dizendo: 

- "Estou aqui - estou presente."

Pode ser que você também se sinta assim, mas pode ter certeza que Deus virá a você e perguntará:
- "O que há de errado? Eu estou aqui." 
E com esta promessa, quem precisa de qualquer pedra na mão?

Para que atirar pedras se Deus tem nos dado uma missão em nossas mãos?

As pedras não são solução, são uma fuga.
Não podemos abandonar tudo, e esquecer-nos do mundo a nossa volta quando estamos sofrendo. 
Deus não nos dá licença para curtirmos nossa dor e esquecer-nos das nossas responsabilidades .

Para que atirar pedras se Deus já tem suprido a vitória?

Muitas vezes tudo que precisamos está bem perto de nós, mas não conseguimos ver a bênção, o milagre a solução dos problemas, porque as lágrimas do desespero, o choro do ressentimento não nos deixa ver aquilo que Deus fez por nós. 
Não há pedra suficiente, neste mundo, para aliviar sua dor.
Mas ele nos disse: 

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei". Mateus 11.28

Agora, com suas pedras no chão, use-as para construir um altar. 
Encontre o Deus verdadeiro, receba seu conforto e diga,

- "Eu vejo o Deus que me vê!" 



segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Cantar do Galo

"Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado." (Lucas 14.11)





Era uma vez um galo que acordava bem cedo todas as manhãs e dizia para a bicharada do galinheiro:

Vou cantar para fazer o sol nascer…

Ato contínuo subia até o alto do telhado, estufava o peito, olhava para o nascente e cantava seu belo canto!

E ficava esperando.

Dali a pouco a bola vermelha começava a aparecer, até que se mostrava toda, acima das montanhas, iluminando tudo.

O galo se voltava, orgulhoso, para os bichos e dizia:

Eu não falei?

E todos ficavam boquiabertos e respeitosos ante o poder tão extraordinário conferido ao galo: cantar para fazer o sol nascer.

Ninguém duvidava. Tinha sido sempre assim.

Havia grande ansiedade entre os moradores do galinheiro. 
E se o galo ficasse rouco? 
E se esquecesse da partitura? 
Quem cantaria para fazer o sol nascer? 
O dia não amanheceria? 
E por causa disso cuidavam do galo com o maior cuidado. 
Ele, sabendo disso, sempre ameaçava a bicharada, para ser mais bem tratado.

Olha que eu enrouqueço! – dizia.

E todos se punham a correr, para satisfazer as suas vontades.

O galo, por sua vez, tinha enormes oscilações emocionais. 
Pela manhã, depois de o sol nascer, sentia-se como um deus, onipotente e admirado e não era para menos. 
Mas à noite vinham a depressão e a ansiedade.

Não posso perder a hora, dizia. Se eu não cantar, o sol não vai nascer. E não conseguia dormir um sono tranquilo.

Isto, na verdade, acontece com todas as pessoas que se acham poderosas assim. Paira sempre sobre elas a ameaça de fim do mundo.

Aconteceu, como era inevitável, que certa madrugada o galo perdeu a hora. 
Não cantou para fazer o sol nascer. 
E o sol nasceu sem o seu canto. 
O galo acordou com o rebuliço no galinheiro. 
Todos falavam ao mesmo tempo.

O sol nasceu sem o galo… O sol nasceu sem o galo…

O pobre do galo não podia acreditar naquilo que seus olhos viam: a enorme bola vermelha, lá no alto da montanha. Como era possível? 
Teve um ataque de depressão ao descobrir que o seu canto não era tão poderoso como sempre pensara. 
E a vergonha era muita.

Os bichos, por seu lado, ficaram felicíssimos. 
Descobriram que não precisavam do galo para que o sol nascesse. 
O sol nascia de qualquer forma, com o galo ou sem o galo.

Passou-se muito tempo sem que se ouvisse o cantar do galo, pois estava deprimido e humilhado. 
O que era uma pena: porque é tão bonito. 
Canto de galo e sol nascente combinam tanto. 
Parece que nasceram um para o outro.

Até que, numa bela manhã, o galinheiro foi despertado de novo com o canto do galo. 
Lá estava ele, como sempre, no alto do telhado, peito estufado.

Está cantando para fazer o sol nascer? – perguntou o peru em meio a uma gargalhada.

Não, – respondeu o galo. Antes, quando eu cantava para fazer o sol  nascer, eu era doido varrido. Mas agora eu canto porque o sol vai nascer. O canto é o mesmo. E eu virei poeta… 

Adaptação da fábula contada por Rubem Alves

Enviado para o meu correio eletrônico pelo grupo Amigos de Deus.





sábado, 26 de maio de 2012

"Quem anda em sinceridade, anda seguro; mas o que perverte os seus caminhos ficará conhecido." Provérbios 10:9


Um empresário bem-sucedido sabia que era tempo de escolher um sucessor para liderar seus negócios. 
Ao invés de designar um dos diretores ou um de seus filhos, ele reuniu os jovens executivos de sua empresa e lhes disse: 

“Chegou o momento em que devo escolher o próximo CEO. Decidi escolher um de vocês”.

Os jovens executivos ficaram surpresos, mas o CEO continuou: 

“Eu vou dar a cada um de vocês uma semente hoje – uma semente muito especial. Plantem-na, reguem-na e daqui a um ano tragam-me o que vocês cultivaram a partir dessa semente. Eu vou julgar as plantas que vocês me trouxerem e escolher o próximo CEO”.

Um deles, Jaime, entusiasmado, contou o plano à esposa. 
Ela o ajudou a encontrar um vaso, terra e adubo e plantou a semente. 
Todos os dias, ele a regou e observou para ver seu crescimento. 

Em pouco tempo os executivos começaram a falar sobre suas plantas que começavam a crescer.

Jaime continuou a checar sua semente, mas nada germinava. 
Passaram-se semanas e nada. 
Todos os outros falavam de suas plantas, mas Jaime não fizera a sua germinar e sentia que tinha fracassado. 
Seis meses se passaram e nada ainda surgira no seu vaso. 
Ele concluiu que tinha matado sua semente, mas não disse nada aos colegas.
Ele continuou a regar e adubar o solo e queria desesperadamente que a semente germinasse. 
Quando findou o ano, os executivos foram instruídos a levar suas plantas para serem inspecionadas pelo CEO.
Jaime disse à esposa que se recusava a levar um vaso sem nada, mas ela insistiu para que ele fosse honesto sobre o que tinha acontecido.
Seria o momento mais embaraçoso por que ele já passara, mas ele sabia que a esposa estava certa.
Jaime levou seu vaso sem planta para a sala de reunião. 
Quando chegou, a variedade de plantas que os outros executivos tinham cultivado o deixaram surpreso. 
Eram lindas e de vários formatos e tamanhos. 
Quando colocou seu vaso sem planta no chão, muitos de seus colegas riram.
O CEO chegou e Jaime tentou se esconder no fundo da sala. 
“Ora, que plantas, árvores e flores maravilhosas vocês cultivaram”, disse o CEO. “Hoje um de vocês será designado o novo CEO!” 
 Foi então que ele notou Jaime e o convidou para ir à frente com seu vaso sem planta.
Jaime estava apavorado. 
“O CEO sabe que sou um fracasso! Talvez ele vá me despedir!”- pensou. 
O CEO perguntou o que acontecera com sua semente. 
Jaime explicou que, apesar de seus esforços, nada germinara.
O CEO voltou-se para o grupo e mandou que todos se sentassem, menos Jaime. E olhando para ele, anunciou: 
“Olhem para o seu novo CEO! Seu nome é Jaime!”
O CEO, então, explicou: 

“Há um ano eu dei a cada um desta sala uma semente. Eu lhes disse para plantá-la, regá-la e trazê-la de volta após um ano. Mas eu dei a todos vocês sementes que tinham sido fervidas; não era possível que germinassem. Todos vocês, exceto Jaime, trouxeram plantas e flores saudáveis. Quando descobriram que a semente não germinava, vocês a substituíram por outra. Jaime foi o único com coragem e honestidade para me apresentar um vaso com a minha semente. Portanto, ele será o único a ser escolhido o novo CEO”.

Alguém disse: "Se você plantar honestidade, colherá confiança. Se plantar humildade, colherá grandeza. Se plantar perseverança, colherá satisfação. Se plantar trabalho duro, colherá sucesso. Se plantar perdão, colherá reconciliação. Se plantar fé, colherá uma safra. Portanto, seja cuidadoso com o que planta hoje; isso determinará o que você colherá amanhã".

Desconheço o Autor (mensagem veio sem autoria)

Colaboração de Uma Amiga de Deus Claudia Rigo

"A sinceridade dos íntegros os guiará, mas a perversidade dos aleivosos os destruirá." Provérbios 11.3
Enviada para minha caixa eletrônica por: Amigos de Deus

terça-feira, 15 de maio de 2012

Hipocrisia: A máscara que afasta o homem de Deus


A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos.
Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação.
O cientista cognitivo Keith Stanovich fez uma carreira do estudo da hipocrisia. Ele a vê como surgindo da incompatibilidade de tais coisas como o interesse próprio e os desejos com crenças de ordem mais alta na moralidade e na virtude. As únicas pessoas que não são hipócritas são a minúscula e talvez não-existente minoria que é tão santa que nunca se entregam a seus instintos mais básicos e o grupo maior que nunca tenta viver segundo os princípios da moralidade ou virtude. Ele dessa forma defende que os hipócritas são na verdade a classe mais nobre das pessoas.
François duc de la Rochefoucauld revelou, de maneira mordaz, a essência do comportamento hipócrita: "A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude". Ou seja, todo hipócrita finge emular comportamentos corretos, virtuosos, socialmente aceitos.
O termo “hipocrisia” é também comumente usado (alguns diriam abusado) num sentido que poderia ser designado de maneira mais específica como um “padrão duplo”. Um exemplo disso é quando alguém acredita honestamente que deveria ser imposto um conjunto de morais para um grupo de indivíduos diferente do de outro grupo.
Hipocrisia é pretensão ou fingimento de ser o que não é. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego "hypochrités". Os actores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam numa peça teatral. É daí que o termo hipócrita designa alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.

. Os defensores da ordem da porrada em menores ou em qualquer um que tentar roubar uma bicicleta, deveriam guardar suas opiniões nos porões ...