sábado, 23 de agosto de 2014

Obras de alteamento da ponte ferroviária de Jacy-Paraná já estão na metade

Os serviços de alteamento (elevação) da ponte ferroviária desativada da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, localizada no KM 798 da BR 364, em Jacy-Paraná, já estão bastante avançados em relação ao prazo contratual. Os dois vãos menores de aproximadamente 23 metros de comprimento cada um já foram alteados praticamente até a altura prevista de 2,15m.

No momento os trabalhos estão concentrados na parte mais delicada que é o trecho com maior distância entre os pilares com vão de 85 metros. No local estão sendo colocadas vigas metálicas que dão sustentação à estrutura metálica da ponte, o que possibilitará o uso de macacos hidráulicos para o alteamento das cabeceiras deste vão aos poucos, de 50 cm em 50 cm. O trabalho se repete até atingir os 2,15m, passando a ponte dos atuais 3,65m para 5,80m.

A obra está sendo realizada pela Santo Antônio Energia, atendendo uma solicitação da Secretaria Estadual de Esporte, Cultura e Lazer, para evitar que a estrutura, que tem mais de 100 anos, fique submersa nos períodos de cheia dos rios Madeira e Jacy-Paraná. As obras, que contam com 30 trabalhadores, começaram em 4 de julho e têm previsão de serem concluídas em novembro.

História

As pontes metálicas utilizadas na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foram construídas sob medida em uma usina siderúrgica localizada na cidade de Chicago (EUA) e foram trazidas desmontadas por navios e montadas nos lugares respectivos. Antes da chegada das pontes em ferro, foram construídas pontes de madeira para que a obra da ferrovia não fosse interrompida e os comboios com equipamentos e trabalhadores chegassem às frentes de serviço. A ponte sobre o rio Jacy-Paraná foi montada entre os anos 1909 e 1910 e inaugurada dia 31 de maio de 1910.
Fonte: Assessoria
Autor: Assessoria

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Iniciadas as obras de alteamento da ponte ferroviária de Jacy-Paraná Preservação do patrimônio histórico

As obras de alteamento (elevação) da ponte ferroviária desativada da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, localizada no KM 798 da BR 364, em Jacy-Paraná, já começaram. A ponte metálica será alteada em 2,15m, passando dos atuais 3,65m, para 5,80m,  evitando que a estrutura, que tem mais de 100 anos, fique submersa nos períodos de cheia dos rios Madeira e Jacy-Paraná. Mesmo com estudos de consultorias especializadas em cálculos estruturais de pontes apontando que não haveria prejuízo da estrutura com  a ação da água da cheia do rio, a Santo Antônio Energia, atendendo uma solicitação da Secretaria Estadual de Esporte, Cultura e Lazer , iniciou as obras no dia 4 de julho visando a conservação deste importante patrimônio histórico de Rondônia
A ponte é formada por treliças metálicas apoiadas sobre bases de concreto. São três vãos, sendo dois menores de aproximadamente 23 metros de comprimento cada um e o maior de 85 metros. Nesta primeira etapa da obra, estão sendo colocados macacos hidráulicos com capacidade para 100 toneladas nas extremidades dos dois vãos menores. Os macacos hidráulicos irão elevar as cabeceiras destes vãos aos poucos. A cada 50cm de alteamento, é feito um “calço” metálico na base da ponte, e, posteriormente, ocorre a concretagem da base (fundação)  de concreto armado. O trabalho se repete até atingir os 2,15m. A mesma atividade será feita no vão maior e a conclusão da obra está prevista para novembro. Durante os cinco meses de obras trabalharão no local cerca de 20 pessoas

História
Todas as pontes e pontilhões existentes ao longo da Madeira-Mamoré foram construídos no período de 1907 a 1912. A ponte de Jacy -Paraná ( palavra que em tupi guarani quer dizer Rio da Lua)  é a de maior vão livre. A ferrovia foi erguida para trazer a borracha da Bolívia, através de Guajará-Mirim a Porto Velho, e para levar alimentos da capital rondoniense até o Acre. A estrutura da ponte é em aço e pesa mais de 200 toneladas. O livro Estrada de Ferro Madeira-Mamoré - Uma história em Gravuras, da historiadora Yêda Borzacov, menciona relatos de ferroviários que em 1922 teriam presenciado uma grande enchente no rio Madeira, fazendo com que seu afluente Jacy-Paraná invadisse o lastro da ponte, inundando a via férrea. Já naquela época a estrutura era reconhecida como um conjunto de flexibilidade e de força admiráveis, perpetuando a genialidade da arquitetura norte-americana.
Fonte: Carla Nascentes

sexta-feira, 23 de maio de 2014

VILHENA - Caminhoneiro com lanterna no ânus será operado

Na noite de ontem, um caminhoneiro de 48 anos deu entrada no Hospital Regional de Vilhena alegando que estava sofrendo com um problema de hemorróida. Ele disse que havia realizado um carregamento de madeira em Rio Branco (AC) e seguia para o interior de Minas Gerais.
Aos profissionais que o atenderam na unidade de saúde, o motorista disse que havia começado a se sentir mal no dia anterior, quando já estava em Porto Velho. Por causa do suposto problema de hemorróida, ele havia feito o trajeto até Vilhena sentando-se de lado no banco do caminhão.
Mas, quando foi feito o raio-X, antes da cirurgia que deveria ser realizada no homem, a equipe do HR descobriu que ele estava com uma lanterna presa no ânus. As imagens mostram que o equipamento, que inclusive ainda está com pilhas. Uma cirurgia para a retirada do objeto “sexual” já está marcada.
Fonte: Rondoniaovivo.com.br

Opinião do blog: Esse blogueiro desconhecia que lanterna era um objeto "sexual"! Cuidado lanterna não cura hemorroida!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

VIADUTO – Caminhão não suporta buracos e empresário fica no prejuízo

Um caminhão da empresa Construsul que transportava uma carga de cimento pela marginal localizada ao lado da BR-364 onde fica localizada a obra inacabada do viaduto da avenida Jatuarana em Porto Velho não resistiu às crateras abertas em toda a parte da pista.
O caminhão trafegava na via, quando um dos buracos fez com que o veiculo ficasse penso para um dos lados deixando a roda traseira presa no buraco e derrubando as várias sacas de cimento. Grande parte da carga foi perdida.
Para o empresário Marcelo, proprietário da empresa Construsul, o que fica para ele é o prejuízo causado pela má utilização de dinheiro público.

“A gente trabalha para contribuir para nossa cidade, porém fica difícil para quem precisa ao menos ter ruas dignas para transitar. Agora o que resta é o prejuízo que teremos pelo simples fato do município não nos disponibilizar de vias públicas decentes”, disse Marcelo.
As regiões que compreendem as obras dos viadutos de Porto Velho, seguem sendo um dos maiores motivos de vergonha para os representantes públicos e cidadãos de Porto Velho.
Iniciado como um grande projeto de mobilidade urbana, os viadutos se tornaram motivo de pesadelo para moradores e empresários da zona Sul da capital.
Fonte: rondoniaovivo.com.br

Opinião do Blog: Porto Velho/RO está sem prefeito e entregue as traças!

. Os defensores da ordem da porrada em menores ou em qualquer um que tentar roubar uma bicicleta, deveriam guardar suas opiniões nos porões ...