terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Acre divulga imagens impressionantes da cheia na BR-364
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Porto Velho: 99 anos de instalação em 24 de janeiro e em outubro, os 100 anos de criação
Porto Velho se prepara para celebrar em outubro seu primeiro centenário. O município foi forjado em um ambiente de conflito político capitaneado pela administração da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Mas encontrou a seu lado alguém que lutasse à altura, como fez o superintendente Major Guapindaia, hoje nome de uma tradicional escola de ensino médio na capital.
As datas comemorativas da cidade, em geral não estão muito claras para os munícipes, que confundem criação com instalação. A primeira deu-se em dois de outubro de 1914 e a segunda em 24 de janeiro de 1915. Portanto, em 2014, Porto Velho comemora 100 anos de criação. Porto do Velho surgiu em 1907, concomitantemente ao início da estrada de Ferro Madeira Mamoré. Então são 107 anos de existência desde seus primeiros habitantes.
O pequeno povoado, que em 1913 foi elevado a Termo Judiciário, um meio termo entre povoado e município, com direito a ter juiz municipal, promotor, escrivão e tabelião. Mas o então Porto do Velho continuava crescendo e já no ano seguinte, no dia 2 de outubro, o governador do Amazonas, já que Porto do Velho pertencia ao município de Humaitá – AM, Jonathas Pedrosa sancionou a lei que elevou o Termo Judiciário à categoria de município. No ano seguinte, no dia 24 de janeiro de 1915, o município foi solenemente instalado e empossados os primeiros administradores, com mandato até 31 de dezembro do ano seguinte. O major reformado do exército Fernando Guapindaia de Souza Brejense, como superintendente (prefeito); Manoel Pires de Castro, secretário; José Jorge Braga Vieira, Luzitano Corrêa Barreto, Manoel Félix de Campos, Antônio Sampaio e José Z. Camargo Intendentes; Aderico Castilho Achilles Reis, Horácio Bilhar, Alfredo Clinico de Carvalho e José Pontes, suplentes de intendente. Estes constituíam o Conselho Municipal (Câmara de Vereadores ).
A promoção a município gerou dissabores para a nova administração. De acordo com o historiador e escritor Abnael Machado de Lima, em seu livro Porto Velho: de Guapindaia a Roberto Sobrinho, lançado em 2011, que relata os períodos do executivo municipal, o espaço do povoado de Porto Velho foi divido em dois setores, o administrado pela empresa anglo-canadense Madeira-Mamoré Railway Company, situado entre o rio Madeira e a atual avenida Presidente Dutra; e o brasileiro, administrado pela superintendência municipal, situado a partir da mesma avenida no sentido Oeste/Leste até a divisa com o Estado de Mato Grosso, no rio Candeias. “A empresa mandou construir uma cerca na linha divisória, guarnecida por seguranças armados isolando o seu setor do povoado brasileiro impedindo o acesso de seus moradores às suas instalações”. A situação se prolongou até 10 de julho de 1931.
“O setor da Madeira-Mamoré dispunha dos meios mais modernos de tecnologia de ponta então existentes. Tendo instalado cais do porto, armazéns, estação de passageiros, oficina, usina de energia elétrica, tipografia, fábricas de macarrão, pão, biscoito e de gelo, vila ferroviária construída com casas pré-fabricadas de madeira de pinho de Riga, importadas dos Estados Unidos (USA), clube social, restaurante, jornal, redes elétrica, hidráulica, sanitária e telefônica. A administração central em Porto Velho, ligada por telefone e telégrafo sem fio a todas as estações no percurso da ferrovia até Guajará-Mirim”.
De acordo com o historiador, a administração do major Guapindaia foi tumultuada pelo confronto com o todo poderoso gerente geral da Madeira-Mamoré, Mister W. Little, o qual não reconhecia a autoridade dos representantes legais dos governos dos estados do Amazonas e de Mato Grosso, praticando ingerência em matérias privativas do município, sendo essas coibidas por Guapindaia. Em revide, o gerente da empresa solicitou a desocupação das casas por ele cedidas para a sede municipal e residência do superintendente, bem como lhe cancelou o passe livre nos trens da Madeira-Mamoré. Esse procedimento apoiado pelo engenheiro João da Silva Campos, chefe da Primeira Divisão de Fiscalização do Governo Federal, não demoveu Guapindaia de fazer valer a prevalência da lei e as prerrogativas legais da municipalidade”. O superintendente providenciou a organização institucional e estrutural do município e do povoado urbano e sua sede administrativa, expedindo os primeiros decretos de Porto Velho.
As datas comemorativas da cidade, em geral não estão muito claras para os munícipes, que confundem criação com instalação. A primeira deu-se em dois de outubro de 1914 e a segunda em 24 de janeiro de 1915. Portanto, em 2014, Porto Velho comemora 100 anos de criação. Porto do Velho surgiu em 1907, concomitantemente ao início da estrada de Ferro Madeira Mamoré. Então são 107 anos de existência desde seus primeiros habitantes.
O pequeno povoado, que em 1913 foi elevado a Termo Judiciário, um meio termo entre povoado e município, com direito a ter juiz municipal, promotor, escrivão e tabelião. Mas o então Porto do Velho continuava crescendo e já no ano seguinte, no dia 2 de outubro, o governador do Amazonas, já que Porto do Velho pertencia ao município de Humaitá – AM, Jonathas Pedrosa sancionou a lei que elevou o Termo Judiciário à categoria de município. No ano seguinte, no dia 24 de janeiro de 1915, o município foi solenemente instalado e empossados os primeiros administradores, com mandato até 31 de dezembro do ano seguinte. O major reformado do exército Fernando Guapindaia de Souza Brejense, como superintendente (prefeito); Manoel Pires de Castro, secretário; José Jorge Braga Vieira, Luzitano Corrêa Barreto, Manoel Félix de Campos, Antônio Sampaio e José Z. Camargo Intendentes; Aderico Castilho Achilles Reis, Horácio Bilhar, Alfredo Clinico de Carvalho e José Pontes, suplentes de intendente. Estes constituíam o Conselho Municipal (Câmara de Vereadores ).
A promoção a município gerou dissabores para a nova administração. De acordo com o historiador e escritor Abnael Machado de Lima, em seu livro Porto Velho: de Guapindaia a Roberto Sobrinho, lançado em 2011, que relata os períodos do executivo municipal, o espaço do povoado de Porto Velho foi divido em dois setores, o administrado pela empresa anglo-canadense Madeira-Mamoré Railway Company, situado entre o rio Madeira e a atual avenida Presidente Dutra; e o brasileiro, administrado pela superintendência municipal, situado a partir da mesma avenida no sentido Oeste/Leste até a divisa com o Estado de Mato Grosso, no rio Candeias. “A empresa mandou construir uma cerca na linha divisória, guarnecida por seguranças armados isolando o seu setor do povoado brasileiro impedindo o acesso de seus moradores às suas instalações”. A situação se prolongou até 10 de julho de 1931.
“O setor da Madeira-Mamoré dispunha dos meios mais modernos de tecnologia de ponta então existentes. Tendo instalado cais do porto, armazéns, estação de passageiros, oficina, usina de energia elétrica, tipografia, fábricas de macarrão, pão, biscoito e de gelo, vila ferroviária construída com casas pré-fabricadas de madeira de pinho de Riga, importadas dos Estados Unidos (USA), clube social, restaurante, jornal, redes elétrica, hidráulica, sanitária e telefônica. A administração central em Porto Velho, ligada por telefone e telégrafo sem fio a todas as estações no percurso da ferrovia até Guajará-Mirim”.
De acordo com o historiador, a administração do major Guapindaia foi tumultuada pelo confronto com o todo poderoso gerente geral da Madeira-Mamoré, Mister W. Little, o qual não reconhecia a autoridade dos representantes legais dos governos dos estados do Amazonas e de Mato Grosso, praticando ingerência em matérias privativas do município, sendo essas coibidas por Guapindaia. Em revide, o gerente da empresa solicitou a desocupação das casas por ele cedidas para a sede municipal e residência do superintendente, bem como lhe cancelou o passe livre nos trens da Madeira-Mamoré. Esse procedimento apoiado pelo engenheiro João da Silva Campos, chefe da Primeira Divisão de Fiscalização do Governo Federal, não demoveu Guapindaia de fazer valer a prevalência da lei e as prerrogativas legais da municipalidade”. O superintendente providenciou a organização institucional e estrutural do município e do povoado urbano e sua sede administrativa, expedindo os primeiros decretos de Porto Velho.
Com o número um ele regulamentou a cobrança de impostos, implementou o código de postura, estabeleceu impostos, taxas e tributações;
Com o segundo, ambos de 25 de janeiro de 1915, regulamentou os serviços de construções, suas posturas e a concessão de terrenos públicos;
Em 10 de março, Guapindaia assinou o terceiro decreto, desta vez ordenando o espaço físico do povoado, urbanizando-o conforme a planta elaborada pelo mestre de obras José Ribeiro de Souza Junior, com a assistência do engenheiro civil Francisco da Silva Campos, aprovada pelo Conselho Municipal. Ordenou a abertura de ruas e o alinhamento das casas. E em 14 de agosto de 1915, com o decreto número quatro, ele proibiu a empresa Madeira-Mamoré Railway: 1) a exercer a prática de poderes públicos privativos dos governos federal e municipal, vedando-a a cobrar impostos, inclusive de embarque, por ser ato atentatório ao Código Penal da República; 2)a expedir título de propriedade e licença para a construção de imóveis, anulando os expedidos e ordenando a demolição dos construídos assim autorizados, em áreas do município; 3) a extrair por intermédio de seus contratistas, madeira em florestas municipais.
Primeira eleição
Em 1º de dezembro de 1916 foi realizada a primeira eleição municipal para os cargos de superintendente e intendentes. Foram eleitos pelo Partido Republicano Conservador (PRC): Joaquim Augusto Tanajura, para o cargo maior e Luzitano Corrêa Barreto, José Z. Camargo, Álvaro Dantas Paraguassu, Antônio Sampaio e Otávio Reis, foram escolhidos pelo voto para a função de intendentes. Todos com mandato para 1º de janeiro de 1917 a 31 de dezembro 1919.
Em agosto de 1.917, com a Lei n° 900, sancionada por Pedro de Alcantra Bacelar, então governador do Amazonas, Porto Velho foi elevada à categoria de Comarca. E dois anos depois, pelo mesmo governador, também por meio de Lei, desta vez a 1.011, de setembro de 1919, Porto Velho recebeu o título de cidade.
Até que em 13 de setembro de 1943 tornou-se a capital do Território Federal do Guaporé, criado por Getúlio Vargas, quando finalmente emancipou-se do Amazonas.
Com o segundo, ambos de 25 de janeiro de 1915, regulamentou os serviços de construções, suas posturas e a concessão de terrenos públicos;
Em 10 de março, Guapindaia assinou o terceiro decreto, desta vez ordenando o espaço físico do povoado, urbanizando-o conforme a planta elaborada pelo mestre de obras José Ribeiro de Souza Junior, com a assistência do engenheiro civil Francisco da Silva Campos, aprovada pelo Conselho Municipal. Ordenou a abertura de ruas e o alinhamento das casas. E em 14 de agosto de 1915, com o decreto número quatro, ele proibiu a empresa Madeira-Mamoré Railway: 1) a exercer a prática de poderes públicos privativos dos governos federal e municipal, vedando-a a cobrar impostos, inclusive de embarque, por ser ato atentatório ao Código Penal da República; 2)a expedir título de propriedade e licença para a construção de imóveis, anulando os expedidos e ordenando a demolição dos construídos assim autorizados, em áreas do município; 3) a extrair por intermédio de seus contratistas, madeira em florestas municipais.
Primeira eleição
Em 1º de dezembro de 1916 foi realizada a primeira eleição municipal para os cargos de superintendente e intendentes. Foram eleitos pelo Partido Republicano Conservador (PRC): Joaquim Augusto Tanajura, para o cargo maior e Luzitano Corrêa Barreto, José Z. Camargo, Álvaro Dantas Paraguassu, Antônio Sampaio e Otávio Reis, foram escolhidos pelo voto para a função de intendentes. Todos com mandato para 1º de janeiro de 1917 a 31 de dezembro 1919.
Em agosto de 1.917, com a Lei n° 900, sancionada por Pedro de Alcantra Bacelar, então governador do Amazonas, Porto Velho foi elevada à categoria de Comarca. E dois anos depois, pelo mesmo governador, também por meio de Lei, desta vez a 1.011, de setembro de 1919, Porto Velho recebeu o título de cidade.
Até que em 13 de setembro de 1943 tornou-se a capital do Território Federal do Guaporé, criado por Getúlio Vargas, quando finalmente emancipou-se do Amazonas.
Fonte: Decom
domingo, 19 de janeiro de 2014
A verdade sobre o Hinário CCB
A Congregação Cristã no Brasil finalmente lançou a 5º edição do seu livro de hinos intitulado “Hinos de Louvores e Súplicas a Deus”. Como nas outras edições, toda a irmandade, encarregados e o ministério estão se esforçando para se adaptar as mudanças. Mas nem todos conhecem a história do hinário CCB, então vamos mostrar um pouco da história desse livro tão amado por todos da CCB.
Sua 4º Edição foi publicada em 1965, sendo utilizada até março de 2013, quando então foi lançada a 5ª edição do referido hinário, contendo diversas alterações nas letras e nas notas de acompanhamento da melodia
Boa parte do hinário inicial é baseada em traduções de hinos do italiano para o português, haja vista que a referida igreja tem suas raízes oriundas de imigrantes italianos. Assim, os hinos são muitos deles provenientes do hinário italiano intitulado “Nuovo Libro D’Inni e Salmi Spirituali”, que possuía cerca de 300 hinos. Este, por sua vez, foi criado a partir da união de outros dois hinários.
Após este hinário, no ano de 1944 a Congregação Cristã no Brasil organizou o primeiro hinário em português para uso em seus serviços, denominado “Hymnos e Psalmos Espirituaes”. No prefácio deste hinário consta que “Foi o melhor que se adaptava ao desenvolvimento da CCB. A maioria dos hinos foi composta por irmãos de diversas nacionalidades.”
Sihdhis Barros
Apesar dos esforços da época, o hinário ainda possuía uma qualidade muito inferior, prevalecendo uma mera tradução literal que não respeitava os padrões gramaticais vigentes da época. As elisões (ato de eliminar ou suprimir) com vogais provocavam muita confusão e a acentuação tônica não se enquadrava com a acentuação métrica musical.
É nesta época que entra a figura da irmã Ana Spina Finotti, sobrinha do irmão Miguel Spina, que nessa década estava aproximadamente com 16 anos. Segundo a irmã Ana, o Irmão Francescon (fundador da obra no Brasil) pediu que não houvesse grandes mudanças por que a irmandade ainda era muito leiga.
Foi então que surgiu a primeira edição de “Hinos de Louvores e Súplicas a Deus”, em 1951, com 330 hinos. Sua principal característica em relação ao hinário antecessor foi a radical mudança das letras, para que fossem respeitadas novas convenções ortográficas e a correta acentuação dos fonemas com a acentuação natural musical.
Sob os mesmos argumentos, em 1965 foi editada uma nova versão de “Hinos de Louvores e Súplicas a Deus”, conhecido como Livro 4, por ser o 4º hinário da Congregação Cristã. Nesta nova edição, foram acrescentados hinos e retirados alguns outros, perfazendo um total de 450 hinos, além de 7 corinhos.
Uma das principais alterações, além de nova reestruturação das poesias, foi a eliminação de arpejos na clave de fá, restando apenas em 2 hinos: 125 (Minha oração) e 420 (Alegria sinto em servir Jesus).
No decorrer dos anos, este hinário sofreu algumas alterações, quais sejam:
- Por volta de 1975, um hino teve que ter sua melodia alterada, pois era a mesma do Hino Nacional da Alemanha. Existem algumas especulações para o real motivo da mudança, mas a mais aceita é que judeus alemães convertidos para a Congregação Cristã se emocionavam e se entristeciam quando ouviam este hino, certamente por associarem o hino ao genocídio praticado pelos nazistas contra judeus e outras minorias. Outra versão é que moradores judeus da região do Brás, onde fica localizada a sede da igreja, revoltavam-se quando ouviam o hino sendo tocado pela orquestra;
- Por volta de 1976 foi inserido nos hinários musicais os 12 pontos de doutrina da CCB;
- No ano de 1980, uma comissão de músicos criou sinalização para arcadas de violinos. Este tipo de informação permitiu a uniformização das arcadas dos instrumentos de cordas da orquestra;
- No ano de 1985, o hinário musical recebeu sinalização para respirações, sendo que vírgulas maiores representavam respirações de frase (mais longas) e vírgulas menores, respirações de semi-frases (mais curtas). Raros são os hinários de outras denominações evangélicas que possuem esta informação;
- Em 1990, surgiram os primeiros hinários em espiral; até então eram em brochura, sendo que esta forma de confecção foi sendo extinta com o tempo;
- Em 1992 surgiu o hinário para organistas, com sinais de dedilhados, inversões, oitavas e outras alterações para facilitar a execução dos hinos com órgão;
- No ano de 2002, são editadas versões do hinário para instrumentos afinados em Si bemol e Mi bemol.
Os autores das poesias do livro “Hinos de Louvores e Súplicas a Deus” são em sua quase totalidade desconhecidos, uma vez que a Congregação Cristã no Brasil achou por bem preservar seus nomes. Todavia, é um dos hinários mais modernizados entre os existentes, diante da grande quantidade de informações para execução orquestral.
Sihdhis Barros
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
DÍZIMO OU COLETA?
DÍZIMO OU COLETA
A parte
administrativa da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, é ministrada por Dízimo
ou por coleta?
O DÍZIMO:
Vemos claramente a este respeito, no livro de São Mateus, cap. 23:23, que o
Nosso Senhor Jesus Cristo, repreende asperamente os escribas e fariseus, pois
os mesmos cobravam o dízimo, mas segundo
as palavras de Jesus, desprezavam
o mais importante da Lei, “o Juízo, a Misericórdia e a Fé”. Vemos ainda
no capítulo e versículo em tela, que o Senhor Jesus, considera os que cobravam
o dízimo, como “hipócritas”, ou seja: fingidos, falsos e dissimulados, os quais
sabiam que não deveriam proceder daquela forma mais procediam.
Vemos ainda no
livro de números cap. 18:24 e em Hebreus 7:5, que o dízimo foi dado por
herança aos levitas, sendo também uma
ordenança da Lei.
A COLETA: Vemos com bastante clareza a respeito deste
assunto, no livro de Atos cap. 11:29, a determinação feita pelos discípulos de
mandar, “cada um conforme o que pudesse, socorro aos irmãos que habitavam na
Judéia”. Também encontramos a este respeito na carta do Apóstolo Paulo, aos
Romanos l5: 25,26. “Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos, porque
pareceu bem à Macedônia e a Acaia, fazerem uma coleta para os pobres dentre os
santos que estão em Jerusalém”. Encontramos ainda na carta do Apóstolo Paulo,
aos Coríntios, II Cor. Cap. 8: 1,3, o apóstolo fala que a coleta é feita conforme
“A Graça de Deus”, e deve ser feita “Voluntária”. E em II Cor. Cap. 9:1,7, o
Apóstolo diz que a contribuição tem de ser conforme cada um “propôs em seu
coração, não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com
alegria”.
Conforme
consta nos escritos acima, chegamos a seguinte conclusão: que o dízimo é uma
ordenança da Lei, ministrado pelos que ainda encontram-se debaixo da Lei de
Moisés, os quais rejeitaram ao Nosso Senhor Jesus Cristo, e ainda rejeitam até
hoje.
A pregação de
que quem não paga o dízimo é maldito e que também rouba a Deus. Também faz
parte da ordenança da Lei, leia: Maláquias cap. 3:8,9. Sendo desta forma
direcionada aos que estão debaixo da Lei e não aos que está na graça de Nosso
Senhor Jesus Cristo.
Mediante aos
expostos acima, chegamos a seguinte conclusão final: Que a verdadeira forma
administrativa da Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo, na sua parte financeira,
é a coleta voluntária, dada conforme o Espírito Santo requer de cada um de nós,
e não o dízimo como muitos pregam.
“Não aniquilo a
graça de Deus, porque se a justiça provém da Lei, segue-se que Cristo morreu
debalde”. Aos Gál. 2: 21.
“Debalde”
significa: Em vão, inutilmente.
Leia a Bíblia: O NOVO TESTAMENTO
E-mail:
az08az0880@gmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)
. Os defensores da ordem da porrada em menores ou em qualquer um que tentar roubar uma bicicleta, deveriam guardar suas opiniões nos porões ...
-
Foto tirada em Espigão d'Oeste/RO Ex-APC José Maria, APC Wilson Rodrigues (cabecinha), APC Renato Gomes, Ex-APC Ivanor (gaúcho). ...
-
Congregação Cristã no Brasil - Central de Humaitá - AM. Rua Edmundo Monteiro, 1.442, CEP 69.800.000. Bairro: São Pedro Anciões: Manoel d...
-
Congregação Cristã no Brasil - Candeias do Jamari/RO, situada a Avenida Ayrton Senna - CEP 76.860.0000. Dias de culto Quinta, Sábado e Dom...










